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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

MOBILIDADE:

CONHEÇA 3 TAG DE PEDÁGIO PARA FACILITAR SUA VIAGEM:

Esses dispositivos podem ser utilizados para fazer o pagamento automático de pedágios, estacionamentos, postos de combustíveis e até de outros estabelecimentos.

A TAG é um dispositivo adesivo colado no interior no para-brisa dos veículos e que permite a cobrança automática de pedágio sem a necessidade de parar nas cabines. Ou seja, usando esse dispositivo, a identificação do veículo é feita por radiofrequência (RFID) por meio de uma conta pré-cadastrado pelo condutor. Com a TAG já fixa ao veículo, à medida que se aproxima da praça de pedágio, um leitor capta o sinal emitido pela TAG, identifica o veículo, registra a passagem e debita o valor do pedágio automaticamente. Essa é uma solução tecnológica prática e rápida para pagamento automático de pedágios, estacionamentos, postos de combustíveis e outros estabelecimentos.

1. TAG SEM PARAR:

As TAGs do Sem Parar são as mais conhecidas do mercado atualmente. Esses dispositivos permitem pagamento automático em pedágios, estacionamentos, postos de combustíveis de todo o Brasil. Além disso, o Sem Parar é aceito em mais de 600 drive-thrus, como Ragazzo, Habib’s e McDonald’s, por exemplo.

ESSA TAG OFERECE QUATRO MODELOS DE PLANOS: * Plano Livre: sem mensalidade, recarregue para usar; * Plano Em Todo Lugar: R$ 35,90 (4 meses grá)s);
* Plano Flex Pedágio: R$ 19,90 no mês que usar;
* Plano Cidade: R$ 31,90 (4 meses grá)s);

2. TAG VELOE:

A TAG VELOE pertence ao grupo Alelo (do Banco do Brasil e Bradesco) e está presente em todo o Brasil. Esse dispositivo é aceito em 100% das rodovias brasileiras com pedágios e em mais de 2.350 estacionamentos de shoppings e aeroportos, por exemplo. Os planos oferecidos pelo aplicativo da VELOE podem variar de R$9,90 a R$18,90 por mês. Além disso, há também a opção pré-paga, com recarga e o valor mínimo da recarga automática de R$50,00.

3. TAG CONECTCAR:

A CONECTCAR é uma TAG de pedágio assim como estacionamento para veículos de passeio, caminhões, ônibus e vans. Você pode usar a CONECTCAR em pedágios de todas as rodovias do país e em mais de mil estacionamentos, shoppings e aeroportos. Além disso, o aplicativo permite que o usuário também pague débitos no DETRAN (multas, Seguro DPVAT, Taxa de Licenciamento e IPVA, por exemplo). Entretanto, para ter acesso a esses recursos, basta digitar o número do RENAVAM no app.

A CONECTCAR possui quatro modelos de planos que podem ser assinados tanto pelo aplicativo quanto pelo site. São eles:

* Completo: (R$ 20,90 por mês);
* Urbano: (Mensalidade de R$ 9,90, com taxa de adesão de R$ 25,00 rever)dos em saldo depois da a)vação da TAG);
* Rodovias: (R$ 14,90 por mês e taxa de adesão em R$ 25,00 conver)dos em crédito após a a)vação);
* Básico: (A adesão custa R$ 40,00 e há a cobrança de taxas para cada recarga realizada, que podem variar entre R$ 11,30 a R$ 41,30).

Por: Accio Comunicação

Portal do Trânsito


sábado, 3 de fevereiro de 2024

A RELAÇÃO CULTURAL DO BRASILEIRO COM O PRÓPRIO CARRO:

“Do ponto de vista sociológico, o ambiente trânsito é a grande expressão dos valores e dos anseios da sociedade. Quando você se veste de carro, você se sente protegido, é uma armadura moderna”.

Por consequência, destaca-se que quando as pessoas fecham os vidros – ainda mais nos carros insulfilmados – não é possível saber quem está dentro do carro. Isso cria uma sensação de proteção e, até mesmo, de impunidade. Da mesma forma, há também os anseios por aparecer, que movem a aquisição de carros por brasileiros. Porém, há proprietários que não possuem condições de manter. “Nós temos uma relação com o carro: é o fetiche, é o símbolo social, é o status. Quantas famílias estão enroladas para pagar a prestação do carro que foi financiado em 40, 60 meses ou mais? Que sacrifício estamos dispostos a fazer para ter um carro?”.


Em um comparativo com os EUA, os americanos têm um robusta infraestrutura e rede de fiscalização. “Chega a ser um exagero, mas o trânsito lá é cinco a seis vezes menos violento do que o trânsito brasileiro. E a frota deles é dez vezes maior, para um país de dimensões continentais parecidas. Tudo bem, não dá para comparar porque há o histórico, o desenvolvimento, a economia é diferente, mas a relação (deles) com o automóvel é de utilidade”.


3 “E” PARA ADMINISTRAR O TRÂNSITO BRASILEIRO:

O problema mais agudo dos brasileiros em termos de trânsito não está na fiscalização, mas em relação a comportamento. “E veja que só conscientizar e educar, não resolve. Nós precisamos também ter a infraestrutura adequada”. Por isso, ele destaca três itens que começam com a letra E para melhor administrar o trânsito:


Engenharia: a sinalização precisa comunicar de forma eficaz, clara e direta o que o motorista vai encontrar à frente. Da mesma forma, os carros precisam ter eficiência e agilidade na resposta aos comandos dos motoristas.


Esforço Legal: a lei precisa traçar limites claros do que é permitido ou proibido. Igualmente, tem que ter fiscalização para fazer com que as leis sejam cumpridas.


Educação: é preciso investir num conjunto de campanhas e de programas mais robustos sobre educação no trânsito e sobre cidadania. “Você pode ter um cruzamento semaforizado, exemplo da aplicação da Lei e da engenharia. Se você chegar no semáforo e não tiver paciência de esperar aqueles 15 segundos, 30 segundos ou até mesmo 60 segundos que deve ser o máximo do tempo de parada no semáforo, e resolver furar o sinal vermelho, você simplesmente vai engatar a marcha e vai furar. Isso acontece todos os dias, toda hora, nesse momento que estamos falando aqui, está acontecendo esse tipo de infração seríssima que causa grandes acidentes, grandes desastres, grandes despesas e grandes tristezas”.


PERGUNTAS DE CONSCIENTIZAÇÃO AO TRÂNSITO BRASILEIRO:

O que é capaz de fazer um cidadão abrir mão da sua ansiedade, se controlar e tomar consciência? Como fazê-lo entender que, mesmo estando em um carro que chegue a 240 km, no sinal vermelho é momento de esperar e dar vez para o outro? Essas são perguntas de reflexão aos motoristas. “Quanto vale eu ser capaz, como cidadão, de cumprir isso e aceitar numa boa, sem se estressar? É a regra! Porque aí, quando tiver o sinal verde, eu posso ir tranquilo. Hoje eu não posso ir tranquilo quando tenho o verde, porque não sei se estão obedecendo o vermelho na outra via”.


“Quanto vale uma vida perdida para o trânsito?”. O entendimento no Brasil e um estudo da União Europeia. “A indenização no Brasil por acidente de trânsito com morte é menos de 14 mil reais*. Na Europa há um entendimento e um consenso, tem uma entidade portuguesa que fez um estudo para toda a União Europeia do impacto da perda de uma vida humana no trânsito. Eles dizem que é de 1 milhão de euros o impacto econômico de uma vida perdida no trânsito”.


3 EXEMPLOS INTERNACIONAIS DE MOBILIDADE URBANA:

3 exemplos internacionais de cidades que souberam olhar para os próprios problemas e desenvolver novas soluções.


1. Los Angeles, Estados Unidos.

É uma das cidades mais sensíveis para as mudanças climáticas, e que apresenta os índices de motorização mais elevados do mundo. A cidade já ultrapassa a marca de um veículo por habitante nas regiões mais ricas. Logo, criaram metas para trocar a frota de veículos com novos tipos de combustíveis. Além disso, foi aprovada uma Legislação na Califórnia para proibir carros pretos com insulfilme preto. “Por quê? Porque isso aí eleva a temperatura do carro em 4 graus. Com a elevação, o motorista consome mais ar condicionado e isso tem um impacto em princípio nas mudanças climáticas”.


2. Cidades na Holanda.

Depois de passarem por um processo de intensa legislação e controle no trânsito, algumas cidades na Holanda resolveram eliminar a sinalização vertical. Os especialistas chegaram a um cálculo de que a sinalização tão intensa estava gerando o resultado contrário. Isso estava provocando acidentes.


3. Chicago, Estados Unidos.

É uma cidade que perdeu muita população por conta da economia, onde não se fabrica mais tantos carros como no passado. Comenta-se que se estima que a cidade encolheu cerca de 25% da população, tendo grandes áreas vazias. Entretanto, eles souberam aproveitar esta lacuna. Logo, a cidade tornou-se um laboratório de gestão urbana, aproveitando os espaços nas vias para desenvolver soluções para o tratamento do lixo, para o uso dos terrenos vazios para a agricultura e de geração de renda.


Portal do Trânsito

domingo, 21 de janeiro de 2024

INFORMAÇÃO:

O PERIGO DE DEIXAR CRIANÇAS SOZINHAS NO CARRO:

Algumas dicas para prevenir tragédias causadas pelo esquecimento de crianças no carro.

Infelizmente não é raro saber de tragédias que aconteceram depois de pais ou responsáveis deixarem crianças e até bebês sozinhos dentro do carro. De acordo com o NATIONAL HIGHWAY TRAFFIC SAFETY ADMINISTRATION - NHTSA, órgão americano de segurança, uma criança pode morrer de insolação em um dia de temperatura amena, beirando os 23 graus, imagine, então, em um dia de calor como os que estão fazendo agora. Há uma razão médica para que isso aconteça, seus organismos são diferentes dos de adultos. Ou seja, o corpo de uma criança pode aquecer cinco vezes mais rápido que um de adulto. Ainda conforme o NHTSA, a temperatura dentro de um carro fechado pode subir 20 graus em apenas 10 minutos. Ainda, segundo o órgão, em um dia em que esteja fazendo 26º, a temperatura no interior de um automóvel fechado, pode rapidamente chegar a 40º.


VEJA ALGUMAS DELAS:

* Não deixe a criança sozinha dentro do carro, mesmo com o vidro levemente aberto;

* Coloque algo que você vá precisar em sua próxima parada – como uma bolsa, almoço, mochila da academia ou maleta – no chão do banco de trás, onde a criança está sentada. Esse ato simples pode prevenir o esquecimento acidental da criança caso ela esteja dormindo;

* Seja especialmente cuidadoso se você mudar sua rotina para deixar as crianças na creche. Peça para a creche te avisar caso seu filho não chegue ao local após alguns minutos do horário que você costuma deixá-lo;

* Sempre tranque as portas bem como o porta-malas do veículo – especialmente em casa. Mantenha as chaves e os controles automáticos do carro fora do alcance das crianças;

* Observe as crianças de perto quando próximas a veículos, especialmente no momento de carregar e descarregar o carro;

* Certifique-se que todas as crianças já estão acomodadas devidamente nos dispositivos de retenção (bebê conforto, cadeirinha, assento de elevação), se o motor do carro já estiver em funcionamento. Isso limitará o acesso das crianças ao controle das janelas. Nunca deixe as crianças sem supervisão;

* Tenha certeza de que todas as crianças deixaram o veículo quando chegar ao seu destino. Supervisione também as crianças que estiverem dormindo;

* Nunca deixe o carro sozinho com o motor ligado e as portas destravadas. Ou seja, crianças curiosas podem entrar e desengatar o veículo;

* Acione as travas resistentes a crianças e fique atento a elas.


Portal do Trânsito

sábado, 13 de janeiro de 2024

CURIOSIDADES:

CONHEÇA AS PRINCIPAIS RODOVIAS DO BRASIL:

Do norte ao sul, do leste ao oeste, as rodovias fazem parte de nossas vidas. No Brasil, as rodovias são classificadas em três tipos: pista simples, pista dupla e pista múltipla.


Você sabe quais as diferenças entre elas?

A rodovia com pista simples possui apenas um (1) pavimento asfáltico, compartilhado pelos veículos nos dois sentidos de circulação. Nesse tipo de rodovia, o tráfego de veículos ocorre do lado direito da pista. Já as rodovias com pistas duplas possuem duas faixas em cada direção, separadas por barreiras meio-fio, muretas, etc. A construção desse ;po de rodovia facilita a mobilidade e o tráfego.


Por fim, a pista múltipla em rodovias possui três ou mais faixas em cada direção. É estimado que a pista múltipla possa comportar até 30 mil veículos por dia. No entanto, as rodovias apresentam desafios no país. Em uma pesquisa publicada em novembro de 2023, a Confederação Nacional de Transportes (CNT) mostrou que 67,5% da malha rodoviária avaliada no Brasil apresenta algum problema. Além disso, outro dado mostra que 63,4% das rodovias possuem regular, ruim ou péssima sinalização. Ao todo, a pesquisa identificou 2.648 pontos críticos em rodovias pelo país.


QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS RODOVIAS DO BRASIL?

Em primeiro lugar, a BR-101 atravessa 12 estados, possuindo 4.500 km de comprimento. Além da garantia de tráfego de passageiros e turistas, a BR-101 é importante para os portos e indústrias. Atravessando leste a oeste do país, a BR-364 possui 4.309 km de extensão. A rodovia cruza seis estados, começando por São Paulo e finalizando no Acre.


Por outro lado, a BR-230, a famosa Transamazônica, é uma importante rodovia que possui 4.309 km e atravessa sete estados brasileiros. Vale lembrar, entretanto, que em alguns trechos da BR-230 não há pavimentação, com risco de atolamento no caminho. Conhecida por estradas de terra e chuvas intensas, a BR-163 tem 4.000 km de extensão e é importante no transporte de grãos. A rodovia atravessa seis estados,

do Rio Grande do Sul até o Pará.


Outra rodovia importante para a agricultura é a BR-153. Com 3.542 km, a rodovia liga os estados do sul ao norte. A BR-158, por exemplo, atravessa sete estados e possui 3.470 km. Vale ressaltar que é a única rodovia que não passa em nenhuma capital. Por fim, a BR-174 liga os estados do centro-oeste e norte do país. Possui 2.888 km. O trecho entre os estados do Amazonas e Roraima é fechada à noite. O motivo é a reserva indígena Waimiri-Atroari.


QUAL É A MAIOR RODOVIA EM EXTENSÃO DO BRASIL?

Do nordeste ao sul, a BR-116 leva o titulo de maior rodovia em extensão do país. Possui 4.542 km e passa por 10 estados: Ceará, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.


Fonte: Confederação Nacional de Transportes (CNT)

quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

INFORMAÇÕES PARA AS CATEGORIAS C, D e E:

SENATRAN AFIRMA QUE MOTORISTAS C, D E E SEM EXAME TOXICOLÓGICO PODERÃO SER MULTADOS A PARTIR DE 28 DE JANEIRO:

A SENATRAN esclarece que as demais infrações relativas ao exame toxicológico, previstas no CTB, necessitam previamente de regulamentação do CONTRAN.


Motoristas flagrados dirigindo veículo das categorias C, D ou E com o exame toxicológico periódico vencido por mais de 30 dias serão multados a partir de 28 de janeiro de 2024. A informação é da Secretaria Nacional de Trânsito (SENATRAN). A penalidade de multa para a infração prevista na Lei nº 14.599, de 2023 é de R$ 1.467,35 e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).


Contudo, o prazo para que os condutores realizem o teste nos laboratórios credenciados, com exames vencidos ou a vencer até a data limite, encerra hoje, 28 de dezembro de 2023. Esta é uma determinação do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN). A legislação prevê 30 dias de tolerância para configuração de infração gravíssima.


FISCALIZAÇÃO:

De acordo com a SENATRAN as demais infrações relativas ao exame toxicológico, previstas no CTB, necessitam previamente de regulamentação do CONTRAN. Ou seja, até que se publique a decisão do Conselho, as infrações não estão sujeitas à fiscalização, cobrança ou exigência pelos órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito (SNT).


Em resumo, motoristas conduzindo veículos que exijam habilitações das categorias ACC (ciclomotor), A (motocicleta, motoneta ou triciclo) ou B (automóvel), só serão submetidos à fiscalização quando da regulamentação. Além disso, o artigo 165-C e 165-D do CTB também precisarão de regulamentação por meio do CONTRAN.


Quando o motorista poderá receber multa:

1- Dirigir veículo das categorias C, D ou E SEM REALIZAR O EXAME TOXICOLÓGICO, após 30 dias do seu vencimento.



Assessoria de Comunicação Ministério dos Transportes

domingo, 24 de dezembro de 2023

ABRAMET RENOVA ALERTA EM DEFESA DO USO DO CINTO DE SEGURANÇA:

O alerta é destinado ao médico do tráfego, a todos os profissionais de saúde e a sociedade em geral. A Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (ABRAMET) alerta que o uso do cinto de segurança reduz em até 60% o risco de morte e ferimentos graves para passageiros nos bancos da frente e em até 44% para aqueles sentados nos bancos traseiros de um veículo envolvido em sinistro de trânsito. Essas são algumas das novas evidências cientificas apresentadas pela Associação em diretriz de conduta médica sobre o uso do cinto de segurança.


“O uso do cinto de segurança é uma opção simples, fácil e essencial parta proteger a vida no trânsito. Estamos sempre atentos às novidades cientificas nesse tema, para manter o médico especialista atualizado e pronto para tomar as melhores decisões

no atendimento à população”.


Destaca-se que iniciativas para a redução de sinistros e seus efeitos estão entre as prioridades da ABRAMET – a divulgação das diretrizes de conduta é uma das ações de maior impacto, subsidiando não apenas a atuação do médico do tráfego, como também de todo o sistema de saúde e a divulgação de campanhas de conscientização da própria entidade. “Essa é a própria razão de existir da nossa entidade, lutar pela preservação da vida no trânsito”.


ATUALIZAÇÃO ESTRATÉGICA:

Com publicação pela ABRAMET em meados de 2022, houve agora a revisão da diretriz sobre o uso do cinto de segurança. Assim, agregando os dados mais recentes sobre esse equipamento de segurança cujo uso é obrigatório no Brasil. Com 24 páginas, o documento avalia as ações e a proteção conferida pelo cinto de segurança e a sua eficácia nos diferentes posicionamentos no veículo. Assim como, oferece recomendações para a redução da morbimortalidade dos sinistros de trânsito.


Sabe-se que esse equipamento de segurança reduz o registro de vítimas fatais ou com lesões graves. A diretriz destaca que, quando usado da forma adequada, o cinto reduz a incidência de ferimentos nos quadris, na coluna vertebral, na cabeça, no tórax e abdome. Além, também, de reduzir o risco de perfuração do globo ocular. Um dos estudos apresentado concluiu que o cinto de segurança é capaz de reduzir as lesões oculares perfurantes em 60%.


“Estudos de meta-análise concluíram que os cintos de segurança reduzem o risco de morte e ferimentos graves em 60% para ocupantes do banco da frente e em 44% para os ocupantes do banco traseiro”, aponta a diretriz. “Cerca de 50% da eficácia dos cintos de segurança se deve à prevenção da ejeção de ocupantes de veículos automotores”.


A diretriz apresenta esclarecimentos sobre diversos aspectos relacionados ao uso e efeitos do cinto de segurança para uma mobilidade segura. A ABRAMET coloca à disposição do médico do tráfego e demais diversos públicos-alvo uma conceituação completa. Abordando pontos como os níveis de prevenção; a importância do uso do cinto de segurança; sua eficácia na redução de mortes e ferimentos. Além disso, como

o equipamento funciona; os +pos e como fazer a manutenção.


RISCOS E FORMA CORRETA DE USAR:


“É importante tanto para o médico do tráfego quanto para os profissionais envolvidos com o atendimento de saúde conhecer tecnicamente o cinto de segurança, dominar o seu funcionamento, assim como ter clareza sobre os diversos tipos de sinistro em que o uso do equipamento é determinante para preservar a vida”.


A diretriz apresenta, inclusive, informação técnica sobre lesões que o cinto não previne e aquelas decorrentes do uso incorreto do equipamento. Esse é um esclarecimento relevante para o usuário do veículo, mostrando cuidados adicionais a serem adotados nos deslocamentos. “As lesões mais importantes que o uso do cinto não previnem são as que resultam do chamado efeito chicote. Este consiste no movimento brusco da cabeça para frente e para trás, com hiper flexão e hiperextensão do pescoço. Assim, podendo resultar em fraturas da coluna cervical e lesão medular, nos casos de colisão traseira em que o encosto de cabeça não está posicionado corretamente ou é inexistente”.


A diretriz traz um dado emblemático, informando a importância do uso do cinto de segurança pelo passageiro no banco de trás. “Não usar o cinto de segurança no banco de trás aumenta em cinco vezes o risco de morte do ocupante do banco da frente”, assinala o documento. Os dados são de estudo cientifico do Japão. Isso acontece devido à possibilidade de o ocupante do assento traseiro ser arremessado violentamente contra os ocupantes dos bancos dianteiros.


“Reclinar o encosto do banco aumenta o risco de submersão (efeito submarino) que ocorre em sinistros automobilísticos ou desacelerações bruscas, com o corpo do ocupante do veículo deslizando por baixo da faixa subabdominal. Como resultado do efeito submarino, o corpo choca-se contra a estrutura frontal inferior do veículo, ou contra o banco da frente, caso o ocupante esteja na parte traseira, com ocorrência de fraturas nos membros inferiores, quadril, coluna vertebral e contusões torácicas”.


Texto da ABRAMET

terça-feira, 19 de dezembro de 2023

ALÉM DO CAPACETE:

ALÉM DO CAPACETE: VEJA EQUIPAMENTOS QUE AUMENTAM A SEGURANÇA DOS MOTOCICLISTAS:

Para diminuir o impacto e as consequências em caso de sinistros envolvendo motos, a segurança está muito além do capacete. Piloto e passageiro, ao circular de moto, estão sempre muito expostos. De acordo com o Ministério da Saúde, morreram 33.813 pessoas em decorrência do trânsito brasileiro em 2021, último dado oficial consolidado. Ainda conforme os números, os motociclistas foram os que mais perderam a vida nas vias e rodovias do Brasil. Foram 11.942 mortes nessa condição. Em seguida estão os ocupantes de automóveis (7.029) e os pedestres (5.349). A faixa etária mais vulnerável, conforme os dados, está entre 20 e 59 anos. Para diminuir o impacto e as consequências em caso de sinistros envolvendo motos, a segurança está muito além do capacete.


Quase todas as colisões ou quedas, que podem ser frequentes, geram algum tipo de lesão ou ferimento, com graves consequências se os usuários não estiverem usando equipamentos de proteção. Vamos falar um pouco de cada um deles.


VEJA EQUIPAMENTOS QUE AUMENTAM A SEGURANÇA DOS MOTOCICLISTAS.

Capacete.

De acordo com estudos realizados nos Estados Unidos, o capacete reduz em 70% o risco de morrer em acidente de moto. A maioria dos sinistros ocorre, em geral, poucos minutos após a partida. Muitos pilotos negligenciam o uso do capacete para pequenos percursos ou em áreas muito conhecidas. A preocupação com segurança começa na escolha do capacete adequado ao motociclista e à finalidade. Diferentes tipos de

capacete oferecem diferentes graus de proteção.


O tipo mais fechado protege a cabeça inteira e a parte inferior da face (nariz, boca e pescoço) e a viseira do próprio capacete protege os olhos. Os modelos mais abertos protegem apenas o crânio e deixam a face exposta. O uso de óculos de proteção protege os olhos. Os revendedores de equipamentos e acessórios de segurança podem demonstrar vários modelos, de acordo com a finalidade. As cores claras e os adesivos refletivos devem ser uma das prioridades de escolha. É muito importante que o capacete tenha sido aprovado pelo INMETRO.


“O capacete deve ficar firme, bem ajustado na cabeça e sempre bem afivelado. E deverá ser substituído sempre que passar por um acidente, apresentar rachaduras, tiver sofrido fortes impactos, estiver com o revestimento interno solto ou com as correias desfiadas”.


Viseiras e óculos de proteção.

As viseiras fazem parte do capacete e protegem os olhos e parte da face contra impactos de chuva, poeira, insetos, sujeira e detritos jogados ou levantados por outros veículos. Em velocidade, o impacto de um pequeno objeto causa um grande estrago se o piloto não estiver suficientemente protegido. Os óculos comuns não proporcionam uma proteção adequada, pois são facilmente arrancados em caso de colisão e até pelo vento, se o piloto girar a cabeça.


Além disso, mantém muito exposta uma boa parte da face e não impedem o lacrimejamento causado pelo excesso de vento. Portanto, o equipamento adequado para capacetes sem viseira é os óculos de proteção, desenvolvido especialmente para esta finalidade que permite o uso simultâneo de óculos de sol ou de grau. Os óculos de proteção ou viseiras devem:

* Ser fabricados de material resistente, que não estilhace.

* Permitir uma excelente visão lateral.

* Permitir boa ventilação, para evitar que embace.

* Ficar ajustados com firmeza para que não sejam arrancados pelo vento.

* Estar em perfeito estado, sem rachaduras ou riscos.


Vestimentas.

Roupas adequadas também são equipamentos que oferecem uma boa proteção em caso de queda, além de proteger motociclistas das intempéries e das partes quentes e móveis da motocicleta. A roupa ideal é a que protege completamente os braços e pernas, sem folgas que se agitem com o vento, mas que permita uma boa liberdade de movimentos. As roupas em couro oferecem a proteção ideal. O tecido “jeans” também oferece uma boa proteção, com a conveniência de ter um custo menor.


* No calor: é aconselhável usar calça e jaqueta, mesmo nos dias quentes. Geralmente quando em movimento, elas não aquecem muito. Pensar na segurança é sempre a melhor opção.

* No frio: a vestimenta correta oferece proteção contra o frio, mantendo o piloto quente e seco. A jaqueta de inverno deve se ajustar bem na cintura, no pescoço e nos punhos. A capa ou agasalho de chuva devem resistir ao vento, sem inflar nem rasgar, mesmo em velocidades maiores.


O ideal é que o piloto use roupas claras e chamativas, porém as roupas especiais para motociclistas são quase todas pretas ou escuras. É vital que exibam detalhes (ou adesivos) em cores refletivas, como o verde e o laranja, na jaqueta e no capacete, para que os demais condutores enxerguem o motociclista, principalmente à noite. Outra opção é utilizar coletes refletivos.


Por: Portal do Trânsito